segunda-feira, 25 de abril de 2011

Excerto

- bruno diz:
    [20:42:17] ­nerdjeires
    [20:42:33] ­episca lar terum avir nastum
­andrey diz:
    [20:42:56] ­jam haras tur mirim
­- bruno diz:
    [20:43:19] ­haris tor mirim noscupíla osório
­andrey diz:
    [20:43:55] ­osoricus valatem dour cartam blustorum
­- bruno diz:
    [20:44:31] ­ahalihala habib aim alet troço
­andrey diz:
    [20:44:46] ­not
    [20:44:51] ­troço nest treco
­- bruno diz:
    [20:45:19] ­treco perestroika riboburo chevanko loks
­andrey diz:
    [20:45:56] ­trecon aletheia poros krotus en logomai
­- bruno diz:
    [20:46:22] ­piropheus aphágico teko tekis pheléia
­andrey diz:
    [20:46:56] ­piropheus ton pírocus, babis dorta quer nocui
­- bruno diz:
    [20:47:01] ­hauahuahauhau
    [20:47:10] ­nocui pirocus nest entrem!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Fragmento d'Os Babusíadas

O presente fragmento é parte do épico poema que começa assim, a crer no papiro assinado pelo escriba Luís Vais de Furgões:

As flautas e os violões dedilhados,
Que da surreal casa babuciana,
Por tons nunca antes alcançados,
Tocaram ainda além da rádio Atlântida,
E em notas e compassos bem marcados,
Mais do que prometia o pentagrama,
E entre gente muito louca compuseram,
Nova ária, com que tanto chatearam.

Nota: Segundo os eruditos reais, a ária de que trata o poema é a 'Ária do Pterodátilo'.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Décimas

Tendo n'alma e boca lampejos mil
De fuga rápida da certa morte
Grita Chico, o da casta servil,
pois tamanha é a trimaldita sorte:

"Lá se mostra futura casa nossa;
Em pé e assinalada em amarelo
Com os azuis a também lhe fazerem troça
Feita assim como a coroa de um anelo".


- Fragmentos do suposto poema épico de Casíodo, Os Babusíadas.

Apreciai.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Babucia 8 Bits

Habitantes da Babúcia em 8 bits - Pixel sobre ecrã
Tibor Maximiliano
Depositado em: Orkut do Tibinho

A arte é babuciara.

Por que a arte é babuciara, e não babuciense ou babuciana?

Porque na Babúcia existem três gentílicos.

Esta discussão data do primeiro tratado etimológico da língua da babúcia, o clássico Formações das palavras das terras de além Babus, de 1782, por Joaquim da Mamica.

Segundo da Mamica, babuciense refere-se ao sentimento cívico, daquilo que faz o indivíduo se reconhcer como cidadão do Reino da Babúcia perante nosso Rei.

Já babuciano, uma expressão utilizada nos círculos internos das forças armadas, passou a expressar o sentimento de nação frente ao perigo. No Livro das Coisas da Vida, está registrada a primeira utilização deste termo por um general leal ao rei: Pugna usque in finem, Babucianus!


Por fim, com o estabelecimento da sociedade babuciense depois do grande exílio, a casta dos intelectuais resolveu utilizar uma outra denominação para o produto de suas obras literárias, para separar antigos sentimentos em relação à instabilidade política então vivenciada. Daí temos o babuciara!

Como é bom estudar a história da Babúcia! Uma históra rica e bela. Em breve voltaremos com mais curiosidades neste blog.

 Único retrato existente de Joaquim Mamica.

Obras de Bruneco

Aos poucos, vamos disponibilizar todo o acervo babuciara aqui neste blog. Vamos começar com um clássico da primeira fase pós-autista de Bruneco.


Vazio - Carvão sobre cartolina.
Data incerta.
Estado de conservação: bom.
Depositado em: Museu babuciara de artes modernas.